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Uma arte para colorir.

  • Foto do escritor: Poeta dos Jardins
    Poeta dos Jardins
  • 7 de ago. de 2019
  • 3 min de leitura

Nos dias passados em que li esta frase de Aldir Blanc, ainda não tinha me casado. As experiências de relacionamento afetivo contam muito na hora de tentar organizar os pensamentos e sentimentos nas linhas de uma agenda. 

Porém, o tempo passa e organiza na própria vida uma maturação do percurso das ações que desenvolvi durante esta jornada de fazer arte. Claro que para muitos olhares um blog não serve como arte, mas a interpor toda a referência deste mundo em que vivemos na tradução de uma vida que impõe a cultura de valores de concorrência. O que me motiva nestas linhas é tentar dar um colorido aos verbos que tento expressar como caminho praticado. Nem tudo o que escrevo de fato esta no passado, mas parte daquilo que tentamos dizer as pessoas é um pretexto para tentar tatear o transcendente.

Portanto, as diversas maneira de facultar o sentimento diferente ou semelhante entre um ou derivados relacionamentos esta para a virtude que cultivamos na existência uma equação simples. Mesmo sendo complexo falar de qualquer relação que pode um dia ser imagina e hoje brevemente vivida, a capacidade dada para tal argumento deve ser singular e não plural. Todas as pessoas possuem sentimentos genuínos e seria egoísmo demais versar sobre a arte e colorir a minha própria arte como a única referência colorida da arte. 

Eis os versos da referência deste 'argumento':  

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Nada pode ser tão simples como as frases que foram escritas de maneira separada e sem conexão em agenda. Não se trata de um diário porque estou tentando retomar palavras que escrevi há mais de dez anos e algumas características são importantes retomar; a) a tinta gasta pelo tempo e também um protótipo de assinatura como necessidade de reafirmar a originalidade da minha frase; b) a capacidade de ser terra e água ao mesmo tempo que falar de amor e postura não tão despida de preceitos morais está como significado desta redução de escrever sobre o que lentamente tento dizer, sentir e gozar. 

Gozamos pela dádiva da vida e pela partilha de valores

Amar sem ser amado é uma experiência que não diminui, mas, com simplicidade e doçura enriquece os sonhos

produz amor e poema, arte escrita bem colorida


o vento que sopra meu rosto e diz levemente que tudo existe, por isso, a capacidade fala a alma que nada está perdido

vamos fugir dos apelos indecentes e decidir o que podemos fazer da mesma ânsia o sonho para o mundo melhorar


nossa história só começa a existir quando abrimos as mãos para poder adentrar o conhecimento e de possuir o futuro.

e nas amargas palavras bíblicas do amor tão quão carente

inventamos as histórias e desejamos ser o tempo, o amor...


Comentar mais algumas palavras pode ser um processo maior de culto ao egoísmo. Por isso, o ato de colorir a própria arte é um caminho que não tem fim. Mas, este virá com a ruptura do ar, da existência e principalmente da necessidade de conhecer as outras pessoas que percorrem este universo ao encontro de outras pessoas. Neste ciclo contemplativo de encontros e desencontros em que a música retrata que as pessoas se atraem e se contraem, atualmente estou casado. E nesta explicação anterior de desejos que podem habitar homens, mulheres e seres de outro universo. Empreendo a necessidade de escrever que os desafios de um casamento auxiliam amadurecer caminhos escritos e que necessitam ser revistos e trabalhados. Nossa cabeça armazena diversas maneiras de raciocínio e sentimento e o êxito do sentimento só acontece porque somos capazes de sonhar. Por estar aqui escrevendo é que reconheço que precisamos mutuamente crescer na atitude de se encantar a cada dia pela pessoa que está ao lado. É nesta hora que a cultura da sobrevivência aparece e dá lugar ao processo agonizante, ou seja, o que transcende a vida até agora são estes passos de construir um lar e transformá-lo numa arte. Ainda estou longe do tempo de colorir, mesmo desejando muito modificar a realidade incolor das palavras minhas, considerando que a arte agora é singular e nessa ruptura entre presente e passado estou a colorir a singularidade.  

 
 
 

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